User: leticianorma |
Formatura 2006 CCJ 3 anos em +/- 8 min.... 2 escolas em um mesmo espaço Triste por nao ter vocês todos os dias, mas feliz por ter vocês no meu coração...(By Dih) pode ter certeza vcs vao fazer muita falta, nao so o 3° ano mas o cursinho tb... Tags: CCJ Formatura 2006 |
User: EliasUlrich |
Avaliação da 'nova' política de drogas na CCJ do Senado (01) "Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - SISNAD; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas; define crimes e dá outras providências". 1ª Parte - Apresentação pelo presidente da sessão, Sen. Antonio Carlos Magalhães, introdução do relator do projeto, Sen. Romeu Tuma, e apresentação das emendas propostas ao projeto pelo Sen. Demóstenes Torres. Tags: drogas brasil senado ccj política |
User: persio99 |
Medications - Exercise Your Futility - Live - CCJ - Brazil Medications - Exercise Your Futility - Live - CCJ - Brazil - 04/29/2007 Tags: Medications Exercise Your Futility DC Fugazi Dischord |
User: tattoostreetson |
campeonato ccj disputa de b.boys e b.girls,que aconteceu no Cento da Juventude VN Cachoeirinha. apresentado por:mano Zennish. edit:por tattoo=street son crew Tags: ccj campeonato centro cultural vn cachoeirinha |
User: caymanclubjapan |
CCJ箱根オフ会 芦ノ湖編 http://caymanclubjapan.com/ CCJ箱根ミーティングで芦ノ湖周辺にて撮影 Tags: cayman porsche club japan ケイマン 車 自動車 オフ会、箱根 大観山 芦ノ湖 スカイライン |
User: ish20 |
Pr. Silas Malafaia na CCJ contra o aborto (02.07.08) - 1 Brasília - Mais uma vez, foi marcado por intensa polêmica o debate sobre descriminalização do aborto, em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ), realizada hoje (2). Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite. Entre os representantes favoráveis ao projeto que descriminaliza o aborto, estava, na audiência, Télia Negrão, da Rede Feminista de Saúde. Ela lembrou que, apesar de ser crime, o aborto é praticado livremente no Brasil. Segundo Télia, são aproximadamente um milhão de abortos todos os anos. De acordo com ela, a clandestinidade faz com que essa seja a quarta causa de morte materna "sem contar as inúmeras seqüelas físicas e psicológicas que ficam desses abortos que acontecem sem assistência". "Esse é um debate pesado, mas temos que enfrentá-lo. Porque os abortos continuam acontecendo e algumas mulheres podem fazê-lo de maneira segura, desde que tenham dinheiro, mas a maioria arrisca a própria vida em clínicas clandestinas porque não têm opção", afirmou Télia. Para ela, a mulher deve decidir sobre a continuidade da gravidez já que é quem arca com os problemas que decorrerão de uma gravidez indesejada, principalmente se há o risco de ser abandonada pela família e pelo pai da criança. "Cerca de 30% das crianças desse país não tem o nome do pai na certidão de nascimento porque esses homens não assumem a responsabilidade", acusou. Mas o reverendo Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus, discorda da feminista. Depois de afirmar que a vida começa no momento da concepção, o religioso disse que a mãe não pode ter o direito de interromper a gravidez porque isso seria um assassinato. "Essa história de que a mulher tem direito sobre o próprio corpo e pode abortar, não é bem assim não. A mulher não tem direito absoluto sobre o seu corpo. Ela não pode se mutilar ou se suicidar, por exemplo. Que dirá destruir outra vida que se desenvolve dentro dela", alegou Malafaia. Para chegar a um debate equilibrado, foram convidados quatro representantes a favor e quatro contra a descriminalização. Todos se disseram contra o aborto. Os defensores da descriminalização, no entanto, afirmam que ela diminui os números totais de abortos e as mortes maternas, a exemplo de países onde a prática já foi liberada. Os contrários alegam que, além de matar um indivíduo, o aborto gera sequelas psicológicas e outras doenças para a mãe. O relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já antecipou seu voto contra o projeto de lei. A votação na CCJ deve ocorrer amanhã (3). Se aprovada, vai a plenário. Tags: Silas Malafaia aborto feminista evangélicos CCJ PL 1135/91 vida católicos |
User: persio99 |
Medications - Twine Time - Live - CCJ - Brazil Medications - Twine Time - Live - CCJ - Brazil - 04/29/2007 Tags: Medications DC Fugazi Dischord Twine Time |
User: ish20 |
Pr. Silas Malafaia na CCJ contra o aborto (02.07.08) - 3 Brasília - Mais uma vez, foi marcado por intensa polêmica o debate sobre descriminalização do aborto, em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ), realizada hoje (2). Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite. Entre os representantes favoráveis ao projeto que descriminaliza o aborto, estava, na audiência, Télia Negrão, da Rede Feminista de Saúde. Ela lembrou que, apesar de ser crime, o aborto é praticado livremente no Brasil. Segundo Télia, são aproximadamente um milhão de abortos todos os anos. De acordo com ela, a clandestinidade faz com que essa seja a quarta causa de morte materna "sem contar as inúmeras seqüelas físicas e psicológicas que ficam desses abortos que acontecem sem assistência". "Esse é um debate pesado, mas temos que enfrentá-lo. Porque os abortos continuam acontecendo e algumas mulheres podem fazê-lo de maneira segura, desde que tenham dinheiro, mas a maioria arrisca a própria vida em clínicas clandestinas porque não têm opção", afirmou Télia. Para ela, a mulher deve decidir sobre a continuidade da gravidez já que é quem arca com os problemas que decorrerão de uma gravidez indesejada, principalmente se há o risco de ser abandonada pela família e pelo pai da criança. "Cerca de 30% das crianças desse país não tem o nome do pai na certidão de nascimento porque esses homens não assumem a responsabilidade", acusou. Mas o reverendo Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus, discorda da feminista. Depois de afirmar que a vida começa no momento da concepção, o religioso disse que a mãe não pode ter o direito de interromper a gravidez porque isso seria um assassinato. "Essa história de que a mulher tem direito sobre o próprio corpo e pode abortar, não é bem assim não. A mulher não tem direito absoluto sobre o seu corpo. Ela não pode se mutilar ou se suicidar, por exemplo. Que dirá destruir outra vida que se desenvolve dentro dela", alegou Malafaia. Para chegar a um debate equilibrado, foram convidados quatro representantes a favor e quatro contra a descriminalização. Todos se disseram contra o aborto. Os defensores da descriminalização, no entanto, afirmam que ela diminui os números totais de abortos e as mortes maternas, a exemplo de países onde a prática já foi liberada. Os contrários alegam que, além de matar um indivíduo, o aborto gera sequelas psicológicas e outras doenças para a mãe. O relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já antecipou seu voto contra o projeto de lei. A votação na CCJ deve ocorrer amanhã (3). Se aprovada, vai a plenário. Tags: Silas Malafaia aborto feminista evangélicos CCJ PL 1135/91 vida católicos |
User: CCJuv |
Sandália de Prata no CCJ Apresentação do grupo de samba-rock no Equinócio de Primavera no Centro Cultural da Juventude na Zona Norte de São Paulo. Setembro de 2008. Imagens e Edição:Geraldo Arcanjo Tags: Samba-Rock Sandália de Prata Geralds CCJ Zona Norte |
User: ish20 |
Pr. Silas Malafaia na CCJ contra o aborto (02.07.08) - 2 Brasília - Mais uma vez, foi marcado por intensa polêmica o debate sobre descriminalização do aborto, em audiência pública na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ), realizada hoje (2). Representantes das igrejas católicas e evangélicas debateram o tema com o movimento feminista e a representante do Ministério da Saúde, Regina Colli, durante toda a tarde e início da noite. Entre os representantes favoráveis ao projeto que descriminaliza o aborto, estava, na audiência, Télia Negrão, da Rede Feminista de Saúde. Ela lembrou que, apesar de ser crime, o aborto é praticado livremente no Brasil. Segundo Télia, são aproximadamente um milhão de abortos todos os anos. De acordo com ela, a clandestinidade faz com que essa seja a quarta causa de morte materna "sem contar as inúmeras seqüelas físicas e psicológicas que ficam desses abortos que acontecem sem assistência". "Esse é um debate pesado, mas temos que enfrentá-lo. Porque os abortos continuam acontecendo e algumas mulheres podem fazê-lo de maneira segura, desde que tenham dinheiro, mas a maioria arrisca a própria vida em clínicas clandestinas porque não têm opção", afirmou Télia. Para ela, a mulher deve decidir sobre a continuidade da gravidez já que é quem arca com os problemas que decorrerão de uma gravidez indesejada, principalmente se há o risco de ser abandonada pela família e pelo pai da criança. "Cerca de 30% das crianças desse país não tem o nome do pai na certidão de nascimento porque esses homens não assumem a responsabilidade", acusou. Mas o reverendo Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus, discorda da feminista. Depois de afirmar que a vida começa no momento da concepção, o religioso disse que a mãe não pode ter o direito de interromper a gravidez porque isso seria um assassinato. "Essa história de que a mulher tem direito sobre o próprio corpo e pode abortar, não é bem assim não. A mulher não tem direito absoluto sobre o seu corpo. Ela não pode se mutilar ou se suicidar, por exemplo. Que dirá destruir outra vida que se desenvolve dentro dela", alegou Malafaia. Para chegar a um debate equilibrado, foram convidados quatro representantes a favor e quatro contra a descriminalização. Todos se disseram contra o aborto. Os defensores da descriminalização, no entanto, afirmam que ela diminui os números totais de abortos e as mortes maternas, a exemplo de países onde a prática já foi liberada. Os contrários alegam que, além de matar um indivíduo, o aborto gera sequelas psicológicas e outras doenças para a mãe. O relator do projeto, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já antecipou seu voto contra o projeto de lei. A votação na CCJ deve ocorrer amanhã (3). Se aprovada, vai a plenário. Tags: Silas Malafaia aborto feminista evangélicos CCJ PL 1135/91 vida católicos |